quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Futebol no Pará e Brasil

Papão quer aproveitar fase ruim do adversário

Se o retrospecto fora de casa do adversário for levado em consideração para os bicolores, o jogo de domingo tem um fator a mais na luta pela classificação antecipada. A questão é que o Salgueiro, em oito jogos longe de Pernambuco, conseguiu no máximo três empates: Águia, Cuiabá e Santa Cruz. Nos demais jogos, o Carcará foi derrotado em todos, incluindo um categórico 4 a 0 para o Treze, na 10ª rodada.“Cada jogo nós encaramos como uma decisão. Eu conversei com o grupo e disse que ia encarar esse como o meu primeiro e como o último. Então todo mundo encara como uma decisão de campeonato e ninguém quer perder em casa”, opina o volante Vanderson, preferindo minimizar a expectativa causada pela possibilidade da revanche. Assim como ele, o atacante Moisés é outro que prefere manter o equilíbrio emocional e não embarcar na revanche, deixando o grupo bem mais concentrado na situação ideal, ou seja, dentro de campo. “Não tem essa história. O Salgueiro venceu aquele jogo por merecimento, mas hoje temos um grupo diferente, jogadores diferentes. Pedimos a Deus que nos ajude a alcançar a vitória”, acrescenta.O fato de ter algumas estatísticas em seu favor, não significa dizer, nas palavras de Moisés, que o Paysandu já é o favorito na partida. “No futebol você perde uma, duas, vai lá pra baixo. A desconfiança do torcedor é normal, aí quando você ganha, a história muda, por isso precisamos da torcida do nosso lado”, encerra o atacante.

O ‘bicho’ é bom e ‘engorda’

A preocupação com os dois meses de salários atrasados tem sido mostrada em algumas situações cotidianas do Paysandu. Nada ao extremo, vale ressaltar. A afirmativa vem principalmente baseada em entrevistas. Ao mesmo tempo, a diretoria garante que tem feito tudo para quitar os salários e pede principalmente a ajuda da torcida. Enquanto a resposta não vem, o jeito é ir “molhando o pé da planta” aqui e acolá. Alguns setores da crônica esportiva reprovam. Entendem que o “bicho” deveria ser por objetivo e não por um simples empate, como tem sido. Mas a questão principal, na visão de quem vive o cotidiano bicolor, é outra e o prêmio contribui para a boa fase. “É verdade, temos um ambiente de alegria, todo mundo feliz, brincando, rindo. É um lugar bom de estar e participar. Foi assim que subi ano passado com o Náutico, éramos uma família também”, relata Moisés.Segundo ele, existe um entendimento dos esforços feitos pela direção do clube, assim como a consciência da dificuldade em levantar uma renda equivalente à uma folha, e uma premiação dessas, comum no futebol, é sempre válida. “Esse ano o Paysandu não está diferente, está a mesma coisa. A diretoria vem tentando pagar os jogadores, dá prêmio para incentivar o grupo e vem dando certo, graças a Deus, domingo vai dar certo de novo”, antevê.

(Diário do Pará)
 

Jogadores enchem de elogios ao técnico Lecheva

Acostumado a grandes decisões, grandes títulos e até mesmo grandes problemas no decorrer de sua carreira no Paysandu, o técnico Lecheva, tem em sua defesa um excelente retrospecto nesta Série C. Dos quatro jogos que comandou até aqui, foram nove gols, sendo dois empates, duas vitórias, incluindo aí a maior goleada do Papão neste certame, 5 a 1 em cima do Treze (PB), na 15ª rodada.Com essa credencial, e principalmente devido às circunstâncias que o fez assumir o barco bicolor - Após a saída dos técnicos Roberval Davino, na 6ª rodada; e Givanildo Oliveira, na 13ª -, não há no elenco quem não reconheça a importância do comandante na guinada das últimas rodadas, chegando a ser unânime a aprovação e vontade de permanecer sob a batuta do capitão. “Eu já tentei explicar, mas não consegui.

Porque é uma situação que, quando o Lecheva sai, o time cai de produção, começa a perder, as coisas não dão certo. E quando ele volta o time vai para frente, começa a ganhar e tudo muda. Ele é um cara do bem, dá oportunidade para todo mundo, um cara que tem moral. Já conseguiu títulos importantes para o clube. Esse fato é fundamental para ele ter esse sucesso que tem hoje”, enfatiza Vanderson.Visto como uma solução caseira, Lecheva conseguiu destaque em meio a técnicos vitoriosos não só no Paysandu, mas no futebol paraense. Então, qual é o segredo do sucesso? Se depender ao menos dos jogadores, não há nada o que esconder. “A única certeza dada até aqui chama-se trabalho. Com o Lecheva está dando muito certo e se Deus quiser vamos continuar assim. Assim como temos feito vários gols com a vinda dele, a defesa tem nos ajudado a não sofrer gols e aumentar a média”, completa o atacante Moisés.

TUDO PRONTO

Moisés considera que a fórmula do acesso está pronta no laboratório bicolor: Vamos subir, Papão! A missão. Apesar de ter dito que a revanche era algo a ser deixada de lado, evitando assim qualquer sintoma precoce do temido “já ganhou”, ou parafraseando a torcida, do “Vamos subir, Papão!”, o atacante Moisés parece estar disposto a escrever um novo capítulo, diferente dos últimos anos em que o Paysandu tem lutado de todas as formas, mas acaba de maneira melancólica.Consciente do potencial ofensivo do ataque, a missão de domingo será especial, não pelo histórico dos confrontos, mas sim para honrar a moral do Clube de Suíço. “Está em jogo o nosso nome, a nossa família, a nossa classificação. Estamos trabalhando com o objetivo de subir o Paysandu. Não vamos mais deixar o time na Série C. Esse ano tem que subir de qualquer jeito e tem tudo, um elenco experiente, bons jogadores e vamos deixar o nosso nome na história”, garante Moisés.Agora, se for possível, é claro, quem não gostaria de deixar a sua marca num jogo importante? Mais ainda, com as chances de ser o último em casa este ano. “Eu não participei em 2010, mas se eu entrar, vou fazer o possível pra ajudar a equipe com um gol. Vou esperar a posição do professor Lecheva e pretendo ajudar os companheiros”, assegura.

(Diário do Pará)
 

Treze-PB vai estrear novo técnico contra o Águia

O Treze - PB vai estrear o seu novo técnico na partida contra o Águia de Marabá, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. Trata-se do experiente Sérgio Cosme, que já dirigiu equipes como Vasco, Fluminense e Paysandu.

O treinador carioca foi apresentado ao grupo do Galo Campineiro nesta quarta-feira (17) e fez um ‘contrato’ para dirigir a equipe apenas nestes últimos dois jogos restantes da Terceirona: contra o Azulão, no domingo (21), em Campina Grande (PB); e contra Luverdense-MT, em Lucas do Rio Verde (MT), em 28 de outubro, às 18h, pela última rodada.

Em sua primeira entrevista à imprensa, no estádio Presidente Vargas, Cosme disse conhecer parte do elenco do Treze - PB e que acredita em bons resultados para poder manter o time paraibano na Série C.

(DOL)
 

Cruzeiro passa pelo Corinthians e volta a sonhar com G-4

O chinês Zizao, enfim, estreou pelo Corinthians. Contudo, o torcedor do clube de Parque São Jorge não irá querer lembrar do resultado do primeiro jogo do meia-atacante com a camisa alvinegra. Na noite desta quarta-feira, o Cruzeiro derrotou a equipe paulista pelo placar e 2 a 0, em confronto válido pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, e frustrou o atleta asiático, contratado no início deste ano pelo atual campeão da Libertadores.
O resultado positivo permitiu ao Cruzeiro subir na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O time mineiro chegou aos 43 pontos e alcançou o sétimo posto, passando o próprio Corinthians na tabela. O clube alvinegro soma a mesma pontuação, mas cai para o oitavo posto em virtude do número de vitórias, primeiro critério de desempate.
Depois do compromisso deste meio de semana em Varginha, o Cruzeiro tentará embalar na competição diante do Palmeiras. O time mineiro encara o clube de Palestra Itália no sábado, às 18h30 (de Brasília), na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara. Por outro lado, o Corinthians, já pensando na preparação para o Mundial de Clubes, enfrenta o Bahia, na mesma data e horário, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
A torcida cruzeirense ainda se acomodava nas arquibancadas do Melão, em Varginha, mas o time celeste não quis saber de esperar, e no primeiro minuto quase marcou com Anselmo Ramon, que obrigou o goleiro Cássio a fazer grande defesa. Após o lance de perigo, o Corinthians igualou as forças, tendo inclusive, mais posse de bola que os mineiros.
O Cruzeiro, porém, se mostrou mais eficiente em termos ofensivos. Aos 15min, o lateral Everton chegou à linha de fundo e finalizou cruzado, levando enorme perigo para o goleiro Cássio. Aos 20min, Montillo tabelou com Martinuccio, que cruzou com perfeição para o avante Anselmo Ramon, que só teve o trabalho de completar para as redes, levando o torcedor celeste à loucura.
O gol deu confiança para os donos da casa, que passaram a dominar as ações contra um Corinthians que deu sinais de falta de entrosamento em algumas jogadas, mas sempre que conseguiu encaixar os passes ameaçou os celestes. Aos 26min, Danilo e Edenílson conseguiram uma boa trama ofensiva pela esquerda, que terminou com finalização de William Arão, que errou o alvo.
A vida do Corinthians ficou um pouco mais fácil para buscar o empate aos 30min, quando o argentino Montillo sentiu uma lesão na coxa e teve que ser substituído. O time paulista, porém, teve dificuldades para agredir o rival mineiro pelas laterais e encontrou forte marcação pelo meio. Sem seu principal armador, o Cruzeiro apostou na ligação direta da defesa para o ataque e nas jogadas em velocidade.
Aos 43min, Danilo fez jogada individual driblando o lateral Ceará e tentando um chute colocado, que saiu pela linha de fundo, mas serviu para acordar o torcedor corintiano no Sul de Minas. A resposta dos cruzeirenses veio no minuto seguinte, com um lançamento para Anselmo Ramon, que obrigou Cássio a sair de soco, para evitar a dilatação do placar.
Na volta do intervalo, o Corinthians quase empatou em cobrança de falta de Douglas, que Fábio se esticou todo para mandar para escanteio. Atrás no marcador, os visitantes procuraram dar dinamismo ao jogo, explorando a velocidade de Romarinho. Mas quem quase chegou ao gol foi o Cruzeiro, com o meia Souza, que na cara do goleiro Cássio desperdiçou ótima oportunidade.
Sem Montillo, a alternativa encontrada pelo técnico Celso Roth foi explorar o argentino Martinuccio pela esquerda. A estratégia surtiu efeito aos 15min, quando o jogador conseguiu boa tabela com William Magrão e tocou por cobertura na saída de Cássio, anotando o seu primeiro gol com a camisa cruzeirense.
Sem maiores aspirações no Brasileiro, o Corinthians aproveitou o jogo para promover a estreia do chinês Zizao. Contratado no início do ano, o jogador entrou no lugar de Welder e procurou se movimentar pela ponta esquerda de ataque. Contudo, mesmo com o reforço, o time alvinegro não conseguiu modificar o marcador.
 

Bruno Mineiro e Vágner Love decepcionam em duelo de artilheiros

O confronto desta quarta-feira entre Portuguesa e Flamengo, encerrado com um frio empate por 0 a 0, colocou frente a frente dois personagens peculiares do Campeonato Brasileiro: Bruno Mineiro e Vágner Love. Enquanto os times brigavam pela tranquilidade contra o rebaixamento nas rodadas finais da competição, os principais atacantes dos dois times seguiam na briga pela artilharia do Brasileiro. Em campo, porém, fizeram mais justiça à campanha dos times do que aos próprios desempenhos do Brasileiro de 2012.
Com 14 gols antes do início da partida, Bruno Mineiro vinha em fase inspirada, marcando oito vezes nos dez jogos anteriores da Portuguesa - foram três na vitória por 5 a 1 sobre o Sport, dois na vitória por 2 a 1 sobre o Santos, um na derrota por 3 a 1 para o São Paulo e outros dois na vitória por 3 a 0 sobre o Coritiba. Neste período, porém, foram seis jogos em branco, antes do encontro da rodada com o Flamengo de Vagner Love.
O camisa 99 do Flamengo, por sua vez, vinha em fase diferente. Desde que marcou o gol do time na derrota por 4 a 1 para o Internacional, balançou as redes apenas uma vez em dez partidas, na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-MG. Neste período, ainda que contabilizando 11 gols no Campeonato Brasileiro (quatro a menos que Fred e Luís Fabiano), viu o companheiro Liedson marcar quatro vezes, contra Cruzeiro, Corinthians, Atlético-MG e Atlético-GO.
Mesmo com menos gols que o rival, o flamenguista foi mais acionado em campo, com pelo menos cinco bolas a seus pés no primeiro tempo (contra duas de Bruno Mineiro), quando dominou o lado esquerdo, além de duas bolas na trave no começo do segundo. Apagado na etapa final da partida, o camisa 9 rubro-verde viu o ex-atacante da Seleção Brasileira flutuar pelos dois lados do ataque, criando boas oportunidades.
Love e Liedson ainda se abraçaram no círculo central antes do pontapé inicial, mas demoraram a se encontrar em campo. No ataque da Portuguesa, quem teve a primeira chance foi Léo Silva, com uma cabeçada aos 10min que parou na trave de Felipe. Sempre marcado, fosse por Renato Santos, Frauches ou Luiz Antônio, o camisa 9 da Portuguesa só teve sua primeira chance em um cruzamento pela direita aos 15min, que cabeceou e obrigou Felipe e Frauches a se enrolarem para mandar para a linha de fundo.
O camisa 99 do Flamengo teve chance aos 24min, mas foi facilmente desarmado por Rogério na área do goleiro Dida. Três minutos depois, o atacante recebeu bom lançamento na entrada da área, mas a arbitragem assinalou toque de mão no domínio e parou o lance. Aos 28min, na melhor chance rubro-negra até então, Love recebeu o passe rasteiro pela esquerda dentro da área e se livrou da marcação, mas o chute cruzado foi para fora e frustrou a torcida.
A resposta de Bruno Mineiro veio aos 35min, após entrada de Ivan na área pela esquerda, em passe rasteiro que o camisa 9 rubro-verde escorou na primeira trave para fora. Na chance flamenguista aos 38min, em mais uma caída pela esquerda, Love teve um chute cruzado pela esquerda, mas a bola saiu fraca e facilitou para Dida. Aos 44min, depois de bom passe de Cleber Santana, o artilheiro flamenguista dominou por seu lado e entrou na área, mas foi bloqueado e perdeu a bola. Ao fim do primeiro tempo, placar em branco.
Na segunda etapa, atuando próximo da torcida flamenguista no Canindé, Vagner Love quase fez 1 a 0 aos 2min, em bola recebida da direita - após limpar a marcação na entrada da área, ele bateu por cima do gol. A Portuguesa prendia a bola no ataque, mas era o Flamengo quem chegava com perigo. Aos 11min, Love teve liberdade para dominar a bola na área e bater para o gol pela esquerda, mas o arremate displicente bateu na trave antes de ser afastado pela zaga rubro-verde. Aos 13min, cruzamento pela direita e desvio de Love, agora no travessão.
Com o time carioca superior na segunda etapa, o artilheiro do time teve nova chance em falta sofrida por ele aos 17min e cobrada aos 18min, que parou na barreira. Aos 21min, após cruzamento da esquerda, Dida teve que sair nos pés de Love para evitar o gol rubro-negro. A seu lado no setor, sem a eficiência dos últimos jogos, Liedson foi substituído por Nixon. Do lado paulista, a primeira chance do sumido Bruno Mineiro veio aos 27min, em lançamento longo que Felipe encaixou antes sem perigo.
Mais criativo, o flamenguista passou a criar jogadas e a servir os companheiros, como na chance de Ramon aos 34min que Dida espalmou por cima. Aos 36min, mais uma vez Love disparou e foi puxado - falta, que Cleber Santana bateu por cima do gol.
 

Neymar faz golaço, mas Atlético-MG empata com Santos em jogo de sustos

Em sua 200ª partida com a camisa do Santos, Neymar marcou um golaço nesta quarta-feira. Mas o Santos, após ter aberto 2 a 0, cedeu o empate para o Atlético-MG no Estádio da Vila Belmiro (2 a 2). O duelo, além dos gols, foi marcado por sustos: Rafael Marques e Bernard, ambos do time mineiro, sofreram choques fortes e saíram de campo na maca.
Com o empate, o Atlético-MG, do técnico Cuca, foi a 60 pontos e ficou a nove do líder Fluminense, que empatou por 2 a 2 com o Grêmio no Engenhão. Já o Santos, do treinador Muricy Ramalho, somou 42.
No domingo, a equipe santista irá a Campinas enfrentar a Ponte Preta. Enquanto isso, o Atlético-MG terá pela frente uma "decisão" com o Fluminense em Belo Horizonte (MG).
Autor de dois gols na vitória sobre o Vasco por 2 a 0 no sábado, o argentino Miralles manteve a inspiração e marcou o gol mais rápido da edição 2012 do Campeonato Brasileiro. Aos 19s, o atacante recebeu e bateu no canto de Victor.
O Santos continuou no ataque e, aos 11min, ampliou. Após ter jogado na manhã de terça-feira contra o Japão pela Seleção Brasileira, Neymar anotou um golaço na partida em que atingiu a marca de 200 jogos pela equipe santista.
O camisa 11 entortou Rafael Marques com um único toque, deixou para trás Leonardo Silva e Júnior César, ajeitou e arrematou com habilidade: mais um gol épico do craque da Vila Belmiro.
Ainda almejando o título, o Atlético-MG acordou e igualou o marcador. Aos 17min, depois de ótimo lançamento de Serginho, Bernard fez de cabeça. E, aos 26min, após cruzamento perfeito de Marcos Rocha, a bola sobrou para Jô empurrar para a rede.
Antes do fim do primeiro tempo, o zagueiro Rafael Marques se chocou com o companheiro de time Leonardo Silva e ficou desacordado em campo. O atleta foi levado à Santa Casa de Santos, passa bem e deve receber alta na quinta-feira.
Na etapa complementar, as duas equipes seguiram no ataque. Aos 2min, Ronaldinho cruzou e Richarlyon, livre, cabeceou para fora. Aos 24min, Neymar recebeu, girou e bateu no canto. Victor pulou e mandou para escanteio.
Aos 32min, outro susto. O meia Bernard trombou com Henrique, ficou sentindo e precisou sair de campo com o pescoço imobilizado (ele chegou a ter uma convulsão). Como já tinha feito as três alterações, o Atlético-MG jogou os últimos minutos com um jogador a menos.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Noticias da Seleção Brasileira


Amistosos: Kaká celebra desempenho e espera novas convocações


Campinas, SP, 16 (AFI) - A volta de Kaká para a seleção brasileira após mais de dois anos de ausência foi do jeito que o meia do Real Madrid queria. Depois de marcar nas goleadas por 6 a 0 sobre o Iraque, na última quinta, e 4 a 0 diante do Japão, nesta terça-feira, o jogador espera ter convencido o técnico Mano Menezes de que merece uma sequência de convocações.

"Gostei, contribuí para a seleção nos dois jogos. Foi importante para mim ter uma sequência de jogos. Cresci muito nesta partida, posso crescer ainda mais e espero que a comissão técnica tenha gostado. Espero que não seja uma oportunidade esporádica e que tenha aproveitado para garantir próximas convocações", declarou, em entrevista à TV Globo.

A última partida de Kaká com a camisa do Brasil havia sido no dia 2 de julho de 2010, na eliminação diante da Holanda nas quartas de final da Copa do Mundo. Posteriormente ele foi convocado para os amistosos contra Gabão e Egito, no fim do ano passado, mas acabou cortado por lesão.

Desta forma, os jogos contra Iraque e Japão foram os primeiros do meia na "era Mano Menezes". Ele mostrou ótimo entendimento com Oscar, Hulk e Neymar, e, depois de uma boa atuação contra os iraquianos, voltou a ser decisivo diante dos japoneses, quando também acertou uma bola na trave.

Neymar supera Garrincha em número de gols pela seleção e tieta Kaká

Com dois gols na vitória por 4 a 0 sobre o Japão nesta terça-feira, Neymar atingiu uma marca histórica no futebol brasileiro. O atacante santista chegou a 16 gols em 25 jogos representando o Brasil, e assumiu a 24ª posição na lista dos maiores artilheiros da história da seleção, ultrapassando ninguém menos do que Garrincha. Mas, de acordo com ele próprio, o ídolo da equipe é outro. 
Se uma simples espiadela em sua conta no site de compartilhamento de fotos Instagram já poderia dar provas de como Neymar recebeu Kaká na seleção brasileira (há pelo menos duas imagens de abraços e gracinhas), o atacante do Santos deu uma demonstração ainda mais pública de tietagem ao comentar, na zona mista do Miejski Stadion, seu relacionamento com o veterano de três Copas do Mundo.
“O entrosamento está maravilhoso. Sou até suspeito para falar do Kaká. É um dos meus ídolos e fico muito feliz de ter a oportunidade de jogar ao lado dele na seleção. É jogar com um craque e nossa parceira tem tudo para ficar ainda melhor’’, afirmou Neymar.
Foi um interessante exercício de observação acompanhar Kaká e Neymar dentro e fora de campo. No gramado da arena de Wroclaw, os dois pareciam ter passado juntos mais do que os nove dias da excursão. Comandaram um assalto à defesa japonesa que ajudou a esfriar o início de partida voluntarioso da equipe asiática, que vinha embalada pela vitória sobre a França em Paris.
Essa deslanchada ontem foi importante para compensar uma partida de certa forma apagada de Oscar. “Não foi um jogo nada fácil. O começo estava complicado, os caras tiveram duas ou três chances e aí conseguimos achar um gol com o Paulinho”, completou o atacante do Santos.
Na saída do vestiário, porém, Kaká e Neymar não poderiam ter se mostrado mais diferentes. O meia do Real Madrid ainda trajava o uniforme de concentração da seleção brasileira, ao passo que o atacante do Santos deixou o estádio pronto para uma balada, trajando uma combinação de calça jeans, camiseta preta com a figura de um tigre e um camisão verde-oliva, além de um gorro fashion. 
Mas foram os dois quem organizaram a homenagem ao lateral-esquerdo Marcelo, que no domingo foi cortado da seleção ao sofrer no treino uma fratura no pé direito que poderá deixá-lo três meses sem jogar. Ao lado de David Luiz e Sandro, posaram para uma foto ao lado de um caricatura do atleta do Real Madrid recebida de presente de uma fã na porta do hotel em Wroclaw. O lateral é colega de equipe de Kaká na Espanha e na seleção, por causa da idade, formou uma dupla de concentração inseparável com Neymar – nas palavras do próprio atacante do Santos.
‘’(A contusão) Foi um momento difícil para o Marcelo e quisemos dar uma força para ele’’, explicou Neymar.
Com os dois gols de ontem, o atacante do Santos se isolou ainda mais como artilheiro da era Mano, com 16 gols. E se o esquema sem centroavante de Mano vingar, a distância só tende a aumentar – Leandro Damião é quem vem em segundo...

Amistosos: Seleção chegou perto do ideal diante do Japão, diz Mano

Campinas, SP, 16 (AFI) - O desempenho do Brasil na goleada por 4 a 0 diante do Japão, nesta terça-feira, na cidade polonesa de Wroclaw, deixou Mano Menezes (foto) extremamente satisfeito. Mesmo após os 6 a 0 sobre o inexpressivo Iraque, quinta passada, a seleção precisava de uma atuação convincente diante um adversário mais forte, o que aconteceu contra os japoneses e empolgou o técnico brasileiro.

"A gente vem trabalhando na busca de uma seleção ideal. Tivemos alguns percalços no meio do caminho, mas estamos nos aproximando do que imaginávamos. Óbvio que fazer dez gols em dois jogos é muito, fora da normalidade, mas o mais importante é que a seleção produziu para fazer estes dez gols. E isso é mérito de uma formação que vai se encaixando", declarou o treinador.

Mano avaliou que a formação utilizada diante de iraquianos e japoneses, sem um centroavante fixo, foi fundamental para as boas exibições. No lugar que vinha sendo ocupado por Leandro Damião, o treinador escalou Kaká, que não atuava pela seleção há mais de dois anos. A entrada do meia deixou a equipe sem uma referência, mas com a criatividade que vinha faltando.

"Estamos trabalhando com essa ideia de deixar a seleção sem uma referência há tempos. Não havia encaixado, mas agora sim achamos jogadores de meio de campo que permitem isso. Isso requer mais entendimento de jogo. Agora a seleção passará para uma fase em que a saída de um jogador não vai mudar muito no rendimento", comentou Mano.

Volantes "ofensivos" também foram uma opção de Mano Menezes

Outra mudança feita pelo técnico brasileiro que surtiu efeito foi a entrada de Paulinho. Ao lado de Ramires, o jogador do Corinthians fez uma dupla de volantes que sabem chegar ao ataque e inclusive marcou seu primeiro gol com a camisa da seleção diante do Japão.

"Hoje (terça) estava até um pouco mais propício para usar dois volantes que atacam, já que tínhamos o Leandro Castán como lateral (na vaga de Marcelo). Acredito muito em uma equipe equilibrada. Não é possível jogar com dois volantes assim se os meias não ajudam na marcação. A retirada de um atacante de referência também ajuda nisso", disse Mano Menezes.

O técnico brasileiro ainda explicou a opção por manter Hulk, mesmo com o atacante destoando das boas atuações de Kaká, Oscar e Neymar.

"Temos nas outras três funções do ataque atletas técnicos. Não se faz uma equipe com jogadores só dessa característica. O Hulk tem força física, pode fazer uma jogada diferente dos demais e complementa a característica dos outros, que são muito técnicos", finalizou o treinador da Seleção Brasileira.

Convocação do Brasil para amistoso contra a Colômbia será no dia 30

O anúncio da lista dos jogadores convocados pelo técnico Mano Menezes para o amistoso do Brasil contra a Colômbia será no dia 30 de outubro, às 11h, no Hotel Sheraton, em São Conrado, Zona Sul do Rio. Segundo as contas da CBF, esta partida - marcada para 14 de novembro, em Nova Jersey, Estados Unidos - será a milésima da História da Seleção.
Será o último amistoso do time principal em 2012, mesmo com o jogo de volta do Superclássico das Américas sendo marcado para o dia 21 do mesmo mês, porque a equipe que vai para a Argentina será formada só por quem atua no Brasil.
- É ótimo encerrar a temporada contra um adversário do nível da Colômbia, que vem fazendo uma eliminatória para a Copa muito boa. Vem surpreendendo depois que o José Pekerman assumiu. Espero um grande jogo - afirmou Mano Menezes ao site da CBF.
A expectativa é para ver o quanto a convocação vai afetar os times brasileiros, que estarão envolvidos na reta final do Brasileirão. Mano chegou a sinalizar, na coletiva da convocação para os amistosos contra Iraque e Japão, que pouparia os clubes, mas já mudou o discurso.
- É numa data em que não teremos Campeonato Brasileiro. Certamente não iríamos prejudicar os clubes neste momento, mas não vamos abrir mão se pudermos reunir a Seleção com força máxima e isso não significar prejuízo algum, o que provavelmente vai acontecer pela data do jogo - completou Mano.



Grupo do Paysandu se reapresenta e faz treino leve






















O grupo do Paysandu se reapresentou na manhã desta terça-feira (16) e realizou um treinamento leve sob o comando do técnico Lecheva, no gramado do estádio Curuzu. Após a movimentação, os atletas fizeram um trabalho de recuperação e relaxamento muscular nas banheiras de hidromassagem do estádio.

No período da tarde os jogadores bicolores fizeram um trabalho com o preparador físico Wellington Vero. Na quarta-feira (17), o elenco do Papão vai a uma academia às 8h30, para fazer trabalho de musculação e está de folga no turno da tarde.

Lecheva comanda treino nos dois turnos da quinta-feira (18), na Curuzu, e na sexta-feira (19), a partir das 8h30, dirige coletivo apronto no estádio Mangueirão, quando deve bater o martelo e definir o time titular para o jogo contra o Salgueiro - PE, no domingo (21), às 17h, no mesmo local.

REGRESSO

O lateral direito Yago Picachu está de volta após cumprir suspensão automática e deve ser o titular da posição na partida contra o time pernambucano. Leandrino, que substituiu Picachu, deve ser improvisado na lateral esquerda, visto que o titular Rodrigo Fernandes recebeu o terceiro cartão amarelo contra o Cuiabá-MT e vai cumprir suspensão automática.

(Felipe Melo/DOL, com informações da Rádio Clube do Pará)

As rodadas do Campeonato Boavistense de Futebol começa.




17.10.12 VIRA COPO X MEIO AMBIENTE


18.10.12 SÃO CRISTÓVÃO X VARA MATA

19.10.12 PAQUETÁ X MEIO AMBIENTE

20.10.12 SÃO CRIASTÓVÃO X AVEC-PACUJUTÁ

21.10.12 CORAL X COCAL

E NO DIA 23.10.12 AVEC X PAQUETÁ , assim encerra a 

primeira fase do Campeonato.

Futebol Pará

Lecheva: Mudanças que fizeram efeito

Havia uma esperança de o time conseguir uma organização semelhante aos últimos dois jogos, no entanto, a realidade é outra e o Papão volta para Belém satisfeito com a bravura do time e com o ponto arrancado na casa do adversário.

Para tanto, o técnico Lecheva precisou fazer uma substituição ousada. Aos 25 minutos do segundo tempo, perdendo de 1 a 0, tirou o volante Vanderson e colocou o atacante Moisés, pensando unicamente em ser mais ofensivo na medida em que o tempo passava e o ataque não vinha rendendo o esperado. Mas o destino quis, aos 41 minutos, dar mais um presente ao Bicola.

“Como eu falei, o primeiro tempo foi difícil para nós, até mesmo por causa do calor, e o adversário tinha a obrigação de vencer em casa. Tivemos bola na trave, mas faltou um pouquinho para chegar lá no gol. Em resumo, o primeiro tempo não foi legal, e tentamos corrigir isso no segundo, que já foi bem melhor, quando conseguimos o empate”, disse o técnico sobre a reação no segundo tempo.

O gás necessário veio com a entrada de Rafael Oliveira no lugar de Kiros, devidamente comentada pelo técnico. “A bola estava batendo muito e espirrando no Kiros, ele tava com dificuldade de segurar a bola ali na frente. E o Rafael já tem mais essa característica. O Kiros é um jogador pra quando a bola flui pelos cantos e não estávamos conseguindo isso. O Rafael é mais brigador, protege mais a bola, por isso a mudança entre os dois”, prossegue.

Por fim, a última e certeira cartada. “Eu tirei um volante e coloquei um atacante, e fiquei só com o Capanema ali. Remanejamos o Harison e o Lineker para ajudar, sem a posse de bola, mas naquela altura eu arrisquei até tomar o segundo gol em prol de conseguir o empate ou vitória, e conseguimos o primeiro”, enfatiza o técnico.

(Diário do Pará)

Pikachu será um bom reforço contra o Salgueiro

Passada a “carne de cabeça” que o Paysandu enfrentou no estádio Presidente Dutra, ao conseguir o empate aos 41 minutos de jogo, após uma partida inteira sendo massacrado pelo calor, somado à má qualidade do gramado, os olhos estão totalmente voltados no próximo domingo, quando o Papão faz sua despedida em casa nesta fase de grupos, e enfrenta o Salgueiro, às 16 horas, no Mangueirão. Uma vitória pode, dependendo do resultado, levar os bicolores à Juazeiro do Norte já classificado, onde fecha a primeira fase da Série C contra o Icasa.

O principal reforço para enfrentar o time pernambucano será a volta de Yago Pikachu na lateral direita, após suspensão automática. Com isso, o meia Leandrinho, improvisado na posição no último jogo, terá a missão de disputar uma vaga no meio-campo bicolor e, até agora paira a dúvida, se Lecheva mantém Kiros ou inicia com Rafael Oliveira, que vem crescendo de produção nos últimos jogos.

Fora isso, o adversário também acrescenta um motivo a mais para os bicolores fazerem uma boa despedida em casa. O Salgueiro, além de brigar pela vaga, com 19 pontos na 6ª posição, traz consigo a triste lembrança do dia 17 de outubro de 2010, quando o Paysandu perdeu em plena Curuzu lotada por 3 a 2, nas quartas de final, e adiou, pela quarta vez consecutiva, a volta à Série B, que tem como jogador daquela época o atacante Thiago Potiguar.

“O torcedor está escalado. Possivelmente seja o último jogo nosso em Belém, devido às punições que tivemos em jogos passados. A equipe vem num momento bom e adversário direto, são todos os ingredientes para um grande jogo e presença em massa da torcida, com certeza é jogo para 30, 40 mil torcedores e a chance de selar a classificação”, convoca Lecheva.

(Diário do Pará)

Arinelson cobra uma fortuna de indenização

O valor não foi revelado, mas os jogadores do Paysandu receberam uma cota financeira pelo empate contra o Cuiabá. Apesar de não se comparar aos dois meses de salários atrasados, a diretoria vem tentando minimizar, dentro dos padrões do clube, os problemas ocasionados por alguns fatores em campo e extracampo, enumerada por ele a partir da paralisação da Série C por mais de 30 dias, devido o imbróglio envolvendo o Treze (PB) e Brasil de Pelotas (RS).

O último deles surgiu agora. O ex-jogador Arinelson conseguiu na justiça uma indenização de R$ 4,7 milhões, e, sem a manifestação oficial do departamento jurídico bicolor, o magistrado João Carlos Oliveira Martins, da 6ª vara do trabalho, lançou edital para leiloar a sede do Paysandu, avaliada em R$ 11,2 milhões de reais inicialmente. A data definida pela justiça foi dia 5 de novembro, cabendo ainda recurso por parte do clube.

O próprio diretor de futebol, ao tomar conhecimento sobre a causa, lamentou o fato e o enumerou como mais uma das dificuldades encontradas pela atual diretoria. “Pra você ver, ainda tem esse leilão. Precisamos muito desse apoio, ainda estamos lutando para que a juíza que cuida das nossas causas trabalhistas desbloqueie a nossa cota de patrocínio, estamos nos esforçando muito para que ela nos ajude, assim como o torcedor”, finaliza.

(Diário do Pará)

Antônio Cláudio Louro explica valores e pede caldeirão

O diretor de futebol do Paysandu, Antônio Cláudio “Louro”, planeja reeditar em Belém o verdadeiro caldeirão bicolor, para adiantar ao máximo a classificação e, de quebra, dar uma levantada nos cofres do Bicola, que andam em baixa por conta da Justiça Trabalhista.

“Nós vamos pedir a carga máxima de ingressos, 40, 42 mil. Queremos e pedimos muito o apoio do nosso torcedor na partida em casa. É fundamental o Paysandu sair com uma boa vitória. Não estamos medindo esforços para colocar o time na Série B e pedimos essa força”, declara Louro. Quando questionado sobre os valores elevados – R$ 20 arquibancada e R$ 40 cadeira -, o diretor explica os motivos.

“Fomos jogar contra o Guarany de Sobral e o ingresso custava R$ 40 reais, e tinham umas 10 mil pessoas no estádio. A questão não é o preço, é a necessidade do time. Não é fácil manter um plantel alto quando se tem dívida na justiça, cota de patrocínio bloqueada e uma série de outras despesas. Queremos tirar o Paysandu dessa Série C, mas há dificuldades que precisamos passar por cima a qualquer custo”, comenta o diretor.

Para ele, voltar à Série B é um desejo antigo, que no atual momento do clube só trará benefício em todos os aspectos. “Os gastos são altos. Já chega de ficar tentando todo ano, agora vai! Às vezes pedimos até dinheiro emprestado. A CBF banca passagem e hospedagem, mas ainda tem muita coisa. Na Série B é diferente. Existe cota de TV e isso ajuda qualquer clube, até mesmo a justiça pode ficar mais maleável conosco”, garantiu o diretor.

(Diário do Pará)
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