sexta-feira, 10 de março de 2017

Operação de combate ao tráfico é deflagrada em Portel - Polícias Civil e Militar atuaram em conjunto na 'Operação Carrancas', na Ilha do Marajó

As Polícias Civil e Militar deflagraram nesta quarta-feira (8) a operação “Carrancas”, com o objetivo de cumprir nove mandados de busca e apreensão no bairro Cidade Nova, em Portel, na Ilha do Marajó.

Ao todo, foram apreendidas 50 petecas de maconha em posse de Jaqueline Rodrigues Ladislau, conhecida como “Michely”, e 30 petecas de maconha em posse de uma adolescente.

Foram apreendidas também uma pedra de crack em posse de Alessandro de Souza, uma arma de fogo calibre 20, e três estojos deflagrados do mesmo calibre com Edinara Paiva dos Santos.

Segundo o delegado Paulo Junqueira, titular da Delegacia de Portel, equipe policial também realizou incursões no bairro Cidade Nova para coibir crimes como roubo com uso de arma de fogo, latrocínio e homicídio.

A operação contou com o apoio do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), Policiais do Grupamento Fluvial, do Grupo Tático Operacional da Polícia Militar, e policiais civis da Superintendência de Breves e da Delegacia de Portel.

Por: Redação ORM News com informações da assessoria

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Aconteceu nos dias 17 e 18 de Fevereiro de2017, o Seminário ''Desafios do arquipélago do Marajó'' na cidade Ponta de Pedras.

Muito rico e proveitoso o seminário "Desafios do Marajó", realizado no último final de semana (17 e 18/02), em Ponta de Pedras, promovido pelo Comitê Todos Juntos na Mesma Canoa. Com a participação de lideranças do movimento social e de autoridades municipais, estaduais e federais, além de pesquisadores de diversas instituições, o encontro apresentou propostas para o grave problema da violência no arquipélago, bem como sabatinou o representante da empresa LDC (Louis Dreyfus Company) que pretende construir um Terminal fluvial de Uso Privativo (TUP) na Enseada do Malato.
Para conter e prevenir a ação de piratas nos rios do Marajó os representantes das comunidades sugeriram a descentralização das unidades da Polícia Militar na região; a instalação de um posto avançado da Polícia Civil, articulado com a Polícia Federal, para o combate ao tráfico humano e exploração sexual, sobretudo no transporte de balsas que fazem a rota Belém-Manaus e Porto Trombetas-Vila do Conde. 
Foi apontado também a necessidade de mais equipamentos para patrulhamento fluvial, tais como lanchas voadeiras, e um trabalho articulado com a Capitania dos Portos e Arcom, afim de fiscalizar e controlar o fluxo de pessoas e as condições das embarcações nos terminais de transporte de passageiro, tanto em Belém como nos 16 municípios do Marajó.
Eloísio Araújo, da LDC, explicou que a empresas não pretende plantar soja nem milho na região. Que seu interesse é apenas na comercialização e logística no escoamento de grãos dos campos do Mato Grosso para embarque em navios cargueiros no Marajó. A empresa já comprou uma área de terra mas os estudos de EIA/Rima ainda nem iniciaram. E que tudo será feito com a participação da comunidade e das lideranças da região.
O senador Paulo Rocha (PT/PA) defendeu a retomada do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó, gerado no Governo Lula e cujo primeiro fruto foi a implantação do linhão de energia de Tucuruí, que está interligando toda a região, levando luz e fibra ótica. E que agora é chegada a hora de pensar num macro projeto de desenvolvimento capaz de aproveitar o grande potencial do pescado, do açaí, do leite de búfala e dos encantos naturais para o ecoturismo. 
Ele conclamou as lideranças da área a ter como ponto de partida projetos de desenvolvimento local, aproveitando as vocações de cada microrregião, de tal forma a gerar emprego, renda e ocupação nos municípios. E que tudo isso tem que ser articulado com um centro de saber como a tão sonhada Universidade Federal do Marajó. 
O seminário foi realizado no plenário da Câmara Municipal de Ponta de Pedras e contou com o apoio da Federação dos Municípios do Pará (Famep). Os próximos encontros estão marcados para os municípios de Cachoeira do Arari e Breves e devem ocorrer ainda este semestre.


Fotos e Texto: Facebook Defesa do Marajó

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Governo tenta suspender pagamento de seguro a pescadores

Seguro-defeso custaria R$ 1,6 bi; governo alega 'incerteza' sobre destinatários
A presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quarta-feira (6) uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para manter suspenso por 120 dias o defeso, período em que pesca é proibida para preservar a reprodução dos peixes. Por consequência, o governo deixaria de pagar o seguro-defeso, benefício da Previdência concedido no período da proibição.
A ação visa derrubar um decreto legislativo aprovado em dezembro pelo Congresso que anulava os efeitos de uma portaria dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente que também suspendiam o defeso e o pagamento do seguro.
Conforme a ação, o pagamento do benefício traria um impacto de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos, que seriam pagos a partir da próxima segunda-feira (11), além de outros R$ 3 milhões em custos operacionais.
Na ação, o governo alega "incerteza" em relação aos destinatários do benefício, alegando ser necessário realizar um recadastramento dos pescadores para evitar fraudes no recebimento. Além disso, argumentou ser preciso reavaliar o período para a preservação dos peixes.
"O período de recrutamento de uma determinada espécie pode mudar de um ano para o outro devido a alterações climáticas ou outras variações ambientais. Dessa forma, faz-se necessária uma revisão periódica de normas que instituíram períodos de defeso, para que estes não percam totalmente a sua finalidade", argumentou.
Segundo o Ministério da Agricultura, a liberação da pesca não causaria impacto no meio ambiente. Deputados contrários à portaria, porém, argumentaram que a liberação da pesca no período reprodutivo poderia comprometer a produção pesqueira no futuro.

Na ação, o governo diz que o decreto do Congresso invadiu competência do Executivo e que, com a ação, não está afrontando um direito ao benefício dos pescadores, mas garantindo o livre exercício de sua atividade.


Fonte: ORM NEWS

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

PORTEL (PA): Promotoria realiza diligência em zona rural para averiguar prática de crime ambiental

O Ministério Público do Pará e a Polícia Civil realizaram uma ação conjunta para apurar prática de crime ambiental na zona rural. A Promotoria local recebeu diversas comunicações e registros de extração ilegal de madeira. Segundo o promotor de Justiça André Oliveira, durante todo o mês de outubro, houve um levantamento de todas as notícias de crimes ambientais recebidas e que puderam ser constatadas com a inspeção feita ao local denunciado, onde foi confirmado de que existia a efetiva extração de madeira. Um inquérito policial será feito, e posteriormente deverá ser encaminhado ao Ministério Público para ingresso das medidas judiciais pertinentes ao caso.

Fonte: Agência do Rádio

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Aconteceu ontem dia 09 de Julho uma Rebelião em Breves com agente ferido.

Agente é ferido durante rebelião em Breves...
Internos do Centro de Recuperação de Breves (CRB), região do Marajó, se rebelaram na manhã desta quinta-feira (9) e mantiveram, quatro agentes prisionais reféns. A situação começou quando os internos do bloco D saíram para tomar banho de sol e renderam os agentes, liberando assim, os detentos dos outros blocos.
Segundo a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (Susipe), mais de 100 detentos participam do motim. A penitenciária tem capacidade de abrigar 128 detentos, mas custodia 216.

Um servidor ficou ferido após sofrer agressões dos detentos. O Grupamento Tático da Polícia Militar estave na unidade para negociar a liberação dos servidores. A situação no local ficou tensa, mas foi resolvida.
O promotor de Justiça Emério Costa negociou com os presos.
Um morador de próximo ao CRB registrou fogo na unidade prisional, segundo a Susipe os internos queimaram colchões.
Em nota, a Susipe disse que só se pronunciará sobre a situação após o término do motim.


(Pararijos NEWS)
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