O último dia do 2ª Painel Marajoara de Música é neste sábado (11), com apresentações musicais que vão reunir professores do Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG) e alunos que participaram das oficinas na escola municipal de Ensino Fundamental Miguel Bitar, no município de Breves, no Arquipélago do Marajó.
Os nove professores do Instituto ministraram aulas de percussão, canto, violão e instrumentos de sopro para crianças, adolescentes e jovens que fazem parte de bandas de música do Marajó. Aproximadamente 100 alunos de diversos municípios se inscreveram para participar das atividades que proporcionam a troca de conhecimento e o aperfeiçoamento técnico de músicos.
Os concertos de encerramento reunirão composições que foram ensaiadas em sala de aula durante os quatro dias de oficinas musicais.
Realizado por meio de parceria entre Fundação Carlos Gomes (FCG), Associação de Formação e Apoio a Músicos (AFAM) e Marajó Home Center, o 2º Painel Marajoara de Música começou na última quarta-feira (8). O evento faz parte das ações da Diretoria de Interiorização da FCG, responsável pela execução de parcerias com instituições governamentais ou não, nos municípios do interior do estado, com o objetivo de valorizar as bandas de música dessas localidades, ao realizar convênios para o ensino da música e beneficiar algo em torno de 8.000 alunos.
Por Rosa Cardoso
sexta-feira, 10 de março de 2017
Marajó, mudanças, Associação dos municípios do arquipélago do Marajó (AMAM).
O censo 2015 do IBGE aponta uma situação inusitada no Marajó em relação ao restante do Brasil: a população marajoara cresceu 22% nos últimos anos, superando o crescimento do estado e do país, e ai entra o detalhe mais curioso: a distribuição desse crescimento, da ordem de 57% nos campos e ribeiras e 43% nas cidades. A mortalidade infantil e de mulheres também teve queda considerável, graças ao controle da malária e à melhoria do atendimento à saúde.
Aliàs... Pelo menos parte dos mais de 533 mil habitantes do Marajó começam a respirar aliviados com o cenário que se avizinha. O presidente da Associação dos municípios do arquipélago do Marajó, Murilo Guimarães, retorna de Brasília com algumas conquistas para a região, incluindo projetos de micro abastecimento de água, pavimentação de ruas e investimentos em infraestrutura. A promessa que vem do Planalto é de que o governo federal dará maior atenção ao arquipélago.
Fonte: Jornal Liberal.
Aliàs... Pelo menos parte dos mais de 533 mil habitantes do Marajó começam a respirar aliviados com o cenário que se avizinha. O presidente da Associação dos municípios do arquipélago do Marajó, Murilo Guimarães, retorna de Brasília com algumas conquistas para a região, incluindo projetos de micro abastecimento de água, pavimentação de ruas e investimentos em infraestrutura. A promessa que vem do Planalto é de que o governo federal dará maior atenção ao arquipélago.
Fonte: Jornal Liberal.
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Operação de combate ao tráfico é deflagrada em Portel - Polícias Civil e Militar atuaram em conjunto na 'Operação Carrancas', na Ilha do Marajó
As Polícias Civil e Militar deflagraram nesta quarta-feira (8) a operação “Carrancas”, com o objetivo de cumprir nove mandados de busca e apreensão no bairro Cidade Nova, em Portel, na Ilha do Marajó.
Ao todo, foram apreendidas 50 petecas de maconha em posse de Jaqueline Rodrigues Ladislau, conhecida como “Michely”, e 30 petecas de maconha em posse de uma adolescente.
Foram apreendidas também uma pedra de crack em posse de Alessandro de Souza, uma arma de fogo calibre 20, e três estojos deflagrados do mesmo calibre com Edinara Paiva dos Santos.
Segundo o delegado Paulo Junqueira, titular da Delegacia de Portel, equipe policial também realizou incursões no bairro Cidade Nova para coibir crimes como roubo com uso de arma de fogo, latrocínio e homicídio.
A operação contou com o apoio do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), Policiais do Grupamento Fluvial, do Grupo Tático Operacional da Polícia Militar, e policiais civis da Superintendência de Breves e da Delegacia de Portel.
Por: Redação ORM News com informações da assessoria
Ao todo, foram apreendidas 50 petecas de maconha em posse de Jaqueline Rodrigues Ladislau, conhecida como “Michely”, e 30 petecas de maconha em posse de uma adolescente.
Foram apreendidas também uma pedra de crack em posse de Alessandro de Souza, uma arma de fogo calibre 20, e três estojos deflagrados do mesmo calibre com Edinara Paiva dos Santos.
Segundo o delegado Paulo Junqueira, titular da Delegacia de Portel, equipe policial também realizou incursões no bairro Cidade Nova para coibir crimes como roubo com uso de arma de fogo, latrocínio e homicídio.
A operação contou com o apoio do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), Policiais do Grupamento Fluvial, do Grupo Tático Operacional da Polícia Militar, e policiais civis da Superintendência de Breves e da Delegacia de Portel.
Por: Redação ORM News com informações da assessoria
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Aconteceu nos dias 17 e 18 de Fevereiro de2017, o Seminário ''Desafios do arquipélago do Marajó'' na cidade Ponta de Pedras.
Muito rico e proveitoso o seminário "Desafios do Marajó", realizado no último final de semana (17 e 18/02), em Ponta de Pedras, promovido pelo Comitê Todos Juntos na Mesma Canoa. Com a participação de lideranças do movimento social e de autoridades municipais, estaduais e federais, além de pesquisadores de diversas instituições, o encontro apresentou propostas para o grave problema da violência no arquipélago, bem como sabatinou o representante da empresa LDC (Louis Dreyfus Company) que pretende construir um Terminal fluvial de Uso Privativo (TUP) na Enseada do Malato.
Para conter e prevenir a ação de piratas nos rios do Marajó os representantes das comunidades sugeriram a descentralização das unidades da Polícia Militar na região; a instalação de um posto avançado da Polícia Civil, articulado com a Polícia Federal, para o combate ao tráfico humano e exploração sexual, sobretudo no transporte de balsas que fazem a rota Belém-Manaus e Porto Trombetas-Vila do Conde.
Foi apontado também a necessidade de mais equipamentos para patrulhamento fluvial, tais como lanchas voadeiras, e um trabalho articulado com a Capitania dos Portos e Arcom, afim de fiscalizar e controlar o fluxo de pessoas e as condições das embarcações nos terminais de transporte de passageiro, tanto em Belém como nos 16 municípios do Marajó.
Eloísio Araújo, da LDC, explicou que a empresas não pretende plantar soja nem milho na região. Que seu interesse é apenas na comercialização e logística no escoamento de grãos dos campos do Mato Grosso para embarque em navios cargueiros no Marajó. A empresa já comprou uma área de terra mas os estudos de EIA/Rima ainda nem iniciaram. E que tudo será feito com a participação da comunidade e das lideranças da região.
O senador Paulo Rocha (PT/PA) defendeu a retomada do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó, gerado no Governo Lula e cujo primeiro fruto foi a implantação do linhão de energia de Tucuruí, que está interligando toda a região, levando luz e fibra ótica. E que agora é chegada a hora de pensar num macro projeto de desenvolvimento capaz de aproveitar o grande potencial do pescado, do açaí, do leite de búfala e dos encantos naturais para o ecoturismo.
Ele conclamou as lideranças da área a ter como ponto de partida projetos de desenvolvimento local, aproveitando as vocações de cada microrregião, de tal forma a gerar emprego, renda e ocupação nos municípios. E que tudo isso tem que ser articulado com um centro de saber como a tão sonhada Universidade Federal do Marajó.
O seminário foi realizado no plenário da Câmara Municipal de Ponta de Pedras e contou com o apoio da Federação dos Municípios do Pará (Famep). Os próximos encontros estão marcados para os municípios de Cachoeira do Arari e Breves e devem ocorrer ainda este semestre.
Fotos e Texto: Facebook Defesa do Marajó
Para conter e prevenir a ação de piratas nos rios do Marajó os representantes das comunidades sugeriram a descentralização das unidades da Polícia Militar na região; a instalação de um posto avançado da Polícia Civil, articulado com a Polícia Federal, para o combate ao tráfico humano e exploração sexual, sobretudo no transporte de balsas que fazem a rota Belém-Manaus e Porto Trombetas-Vila do Conde.
Foi apontado também a necessidade de mais equipamentos para patrulhamento fluvial, tais como lanchas voadeiras, e um trabalho articulado com a Capitania dos Portos e Arcom, afim de fiscalizar e controlar o fluxo de pessoas e as condições das embarcações nos terminais de transporte de passageiro, tanto em Belém como nos 16 municípios do Marajó.
Eloísio Araújo, da LDC, explicou que a empresas não pretende plantar soja nem milho na região. Que seu interesse é apenas na comercialização e logística no escoamento de grãos dos campos do Mato Grosso para embarque em navios cargueiros no Marajó. A empresa já comprou uma área de terra mas os estudos de EIA/Rima ainda nem iniciaram. E que tudo será feito com a participação da comunidade e das lideranças da região.
O senador Paulo Rocha (PT/PA) defendeu a retomada do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável do Arquipélago do Marajó, gerado no Governo Lula e cujo primeiro fruto foi a implantação do linhão de energia de Tucuruí, que está interligando toda a região, levando luz e fibra ótica. E que agora é chegada a hora de pensar num macro projeto de desenvolvimento capaz de aproveitar o grande potencial do pescado, do açaí, do leite de búfala e dos encantos naturais para o ecoturismo.
Ele conclamou as lideranças da área a ter como ponto de partida projetos de desenvolvimento local, aproveitando as vocações de cada microrregião, de tal forma a gerar emprego, renda e ocupação nos municípios. E que tudo isso tem que ser articulado com um centro de saber como a tão sonhada Universidade Federal do Marajó.
O seminário foi realizado no plenário da Câmara Municipal de Ponta de Pedras e contou com o apoio da Federação dos Municípios do Pará (Famep). Os próximos encontros estão marcados para os municípios de Cachoeira do Arari e Breves e devem ocorrer ainda este semestre.
Fotos e Texto: Facebook Defesa do Marajó
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Governo tenta suspender pagamento de seguro a pescadores
Seguro-defeso custaria R$ 1,6 bi; governo alega
'incerteza' sobre destinatários
A presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quarta-feira
(6) uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para manter suspenso por
120 dias o defeso, período em que pesca é proibida para preservar a reprodução
dos peixes. Por consequência, o governo deixaria de pagar o seguro-defeso,
benefício da Previdência concedido no período da proibição.
A ação visa derrubar um decreto legislativo aprovado em
dezembro pelo Congresso que anulava os efeitos de uma portaria dos Ministérios
da Agricultura e do Meio Ambiente que também suspendiam o defeso e o pagamento
do seguro.
Conforme a ação, o pagamento do benefício traria um
impacto de R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos, que seriam pagos a partir da
próxima segunda-feira (11), além de outros R$ 3 milhões em custos operacionais.
Na ação, o governo alega "incerteza" em relação
aos destinatários do benefício, alegando ser necessário realizar um
recadastramento dos pescadores para evitar fraudes no recebimento. Além disso,
argumentou ser preciso reavaliar o período para a preservação dos peixes.
"O período de recrutamento de uma determinada
espécie pode mudar de um ano para o outro devido a alterações climáticas ou
outras variações ambientais. Dessa forma, faz-se necessária uma revisão
periódica de normas que instituíram períodos de defeso, para que estes não
percam totalmente a sua finalidade", argumentou.
Segundo o Ministério da Agricultura, a liberação da pesca
não causaria impacto no meio ambiente. Deputados contrários à portaria, porém,
argumentaram que a liberação da pesca no período reprodutivo poderia
comprometer a produção pesqueira no futuro.
Na ação, o governo diz que o decreto do Congresso invadiu
competência do Executivo e que, com a ação, não está afrontando um direito ao
benefício dos pescadores, mas garantindo o livre exercício de sua atividade.
Fonte: ORM NEWS
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