domingo, 12 de janeiro de 2014

Remo e Paysandu encerram pré-temporada

Remo e Paysandu se despedem da pré-temporada e iniciam a batalha em mais um Campeonato Paraense. O Leão da Antônio Baena saiu de Salinopólis às 13h30 a caminho de Belém, já o time Bicolor sai de Barcarena às 14h.

Quando as equipes chegarem a Belém os jogadores irão direto para concentração, já que a primeira rodada do Parazão começa no próximo domingo (12). Paysandu joga contra o Gavião Kyikatejê no Estádio Leônidas Castro, a Curuzu, domingo (12) e Remo recebe o Cametá na segunda-feira (13) no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão.

Atualmente o Papão conta com 27 jogadores e na manhã deste sábado foi realizado um treino recreativo no Estádio Municipal de Barcarena. Com um elenco de 26 jogadores, o Leão se despediu da pré-temporada com um coletivo no Estádio Municipal de Salinas.

Fonte: (Bruna Dias/DOL)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Justiça Federal libera vagas para curso de jornalismo da UFPA

Caso não dê tempo da realização das inscrições pelo Sisu, todas as vagas devem ser ofertadas pelo processo seletivo da universidade
A Justiça Federal cancelou a decisão do Ministério da Educação (MEC) que havia suspendido o ingresso de alunos no curso de jornalismo da Universidade Federal do Pará (UFPA). A determinação judicial obriga a União a permitir a inscrição de candidatos tanto pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), quanto pelo processo seletivo da universidade.
Assinada pelo juiz Frederico Botelho de Barros Viana, da 2ª Vara Federal de Belém, a determinação foi publicada na tarde desta sexta-feira, 10 de janeiro.  Como as inscrições pelo Sisu terminam hoje, o juiz decidiu que todas as vagas devem ser oferecidas pelo processo seletivo da UFPA caso não dê tempo de oferecer pelo Sisu as vagas que haviam sido reservadas a esse sistema de seleção.
O ingresso no curso de jornalismo foi suspenso por decisão do MEC depois que o curso obteve notas baixas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). “Tal decisão, observe-se, só foi tomada pelo MEC em 06/12/2013, portanto, somente após o Edital do Processo Seletivo  da UFPA (setembro/2013) e a realização das provas do Enem (outubro/2013). Quando já havia 935 candidatos que se inscreveram e fizeram, regularmente, as provas em vistas de almejadas vagas no Curso de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo, como previsto no Edital, que vincula tanto a Administração Pública quanto os candidatos”, diz a ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) nesta quinta-feira, 9 de janeiro.
Para o juiz federal, a decisão do MEC “fere irremediavelmente o direito de acesso à educação” porque “impossibilitou qualquer medida alternativa pela instituição e candidatos, o que ofende a boa-fé objetiva que deve prevalecer em todas as relações jurídicas, inclusive nas relações administrativas”.
Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Alan Rogério Mansur Silva, autor da ação, o MEC não poderia ter causado tamanho prejuízo aos candidatos, que se inscreveram e fizeram as provas quando as vagas de jornalismo estavam liberadas pelo próprio MEC.

Processo nº 17-20.2014.4.01.3900 – 2ª Vara Federal em Belém
Íntegra da decisão: http://goo.gl/IbWn54
Íntegra da ação: link: http://goo.gl/20ruUu
Link para acompanhamento processual: http://goo.gl/FgdPsu


Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

MPF entra na Justiça para liberar vagas do curso de jornalismo da UFPA, suspensas pelo MEC

MPF entra na Justiça para liberar vagas do curso de jornalismo da UFPA, suspensas pelo MEC
Suspensão prejudica 935 candidatos que já fizeram as provas do ENEM e agora estão impedidos de se inscrever no SISU ou de ingressar por meio do Processo Seletivo da UFPA

O Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal em Belém que assegure os direitos de 935 candidatos que já fizeram as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) para o curso de jornalismo da Universidade Federal do Pará e agora estão impedidos de pleitearem vagas no curso, tanto pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), quanto pelo Processo Seletivo da UFPA. O ingresso no curso de jornalismo foi suspenso por decisão do Ministério da Educação (MEC) depois que o curso obteve notas baixas no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

“Tal decisão, observe-se, só foi tomada pelo MEC em 06/12/2013, portanto, somente após o Edital do Processo Seletivo da UFPA (setembro/2013) e a realização das provas do Enem (outubro/2013). Quando já havia 935 candidatos que se inscreveram e fizeram, regularmente, as provas em vistas de almejadas vagas no Curso de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo, como previsto no Edital, que vincula tanto a Administração Pública quanto os candidatos”, diz a ação do MPF.

Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Alan Mansur Silva, o MEC não poderia ter causado tamanho prejuízo aos candidatos, que se inscreveram e fizeram as provas quando as vagas de jornalismo estavam liberadas pelo próprio Ministério. “Há uma tentativa de mudar as regras editalícias durante a vigência do certame, o que deve ser impedido pelo Poder Judiciário”, diz na ação enviada hoje à 2ª Vara da Justiça Federal em Belém. A juíza Hind Ghassan Kayath é quem vai apreciar.

O MPF pede que o juiz libere com urgência as 30 vagas de jornalismo previstas no edital da UFPA desse ano, ordenando a suspensão do ato do MEC que bloqueou as vagas e ofertando-as, tanto dentro do Processo Seletivo da Universidade quanto por meio do SISU.

A Universidade chegou a recorrer administrativamente da medida do MEC, mas o Ministério pediu mais prazo para dar resposta. Como as inscrições no SISU se encerram amanhã (10/01), o MPF considera urgente que a Justiça resolva a situação.

“No recurso administrativo protocolado pela UFPA no MEC, a instituição afirma que a nota 2 obtida no ano de 2009, para o curso de jornalismo, foi revista e aumentada para 3, após a visita in loco do MEC, no ano de 2011. Tal fato, retiraria o curso de jornalismo da UFPA do enquadramento realizado no despacho que determinou a suspensão de ingresso de novos alunos”, narra a ação do MPF. Com base nessa informação, o MPF pede que a Justiça, ao final do processo, torne nulo o ato do MEC que suspendeu o curso de jornalismo.

“O prejuízo revela-se irreparável tanto a esses candidatos, que não terão outra alternativa, senão aguardar mais um ano para prestar novo vestibular, quanto ao reconhecido curso de jornalismo da UFPA, o único curso de jornalismo em universidade pública na Amazônia e, assim, a toda a sociedade paraense e amazônica, que tem neste curso o único que habilita estudantes para esta fundamental atuação na sociedade”, conclui o MPF.

Processo nº 17-20.2014.4.01.3900

Fonte: Ministério Público Federal no Pará
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Dilma abre brecha em controle de gastos de obras

Dilma abre brecha em controle de gastos de obras



Medida preocupa órgãos de controle como o TCU e pode ser contestada no Legislativo
A presidente Dilma Rousseff abriu uma brecha para afrouxar o controle sobre custos de obras públicas em 2014, ano em que tenta um novo mandato, e pretende acelerar a entrega dos serviços antes de ser impedida pela lei eleitoral de participar de inaugurações. A medida preocupa órgãos de controle como o TCU (Tribunal de Contas da União) e também pode ser contestada no Legislativo.
Ao sancionar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), no último dia 24, Dilma vetou artigos que definiam tabelas oficiais, mantidas pela CEF (Caixa Econômica Federal) e pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), como referências de preços para projetos de construção civil e rodoviários, respectivamente.
Essas regras foram transpostas para um decreto presidencial editado em abril, que pode ser alterado pelo Planalto a seu critério, sem autorização do Legislativo, e que só vale para o Executivo. É a primeira vez em 14 anos que os parâmetros de precificação de obras públicas não constam da LDO.
Por se tratar de um veto, a medida pode ser derrubada pelo Congresso, em sessão conjunta após o recesso. Mas isso é considerado improvável: é preciso o apoio de 257 deputados e 41 senadores, em votação aberta, e o governo mantém ampla maioria na Câmara e no Senado.
Com o veto na LDO, a regra é mantida pelo decreto, que pode ser revogado a qualquer momento pelo Executivo. Assim, o Planalto poderia instituir outros parâmetros de custo, livrar determinadas obras das exigências ou mesmo fixar margens de tolerância para além do máximo previsto nas tabelas oficiais.
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Desde 2000, a LDO prevê o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) — gerido pela Caixa, com base em preços pesquisados mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas 27 unidades da Federação — como tabela oficial de obras desse tipo. Para as rodovias, o Dnit adota o Sicro (Sistema de Custos Referenciais de Obras), atualizado a cada dois meses, em 24 Estados.
O uso das duas bases de dados é regra, salvo em situações em que o gestor justifique o motivo de se abrir a exceção. É o caso de uma instalação nuclear, por exemplo. A flexibilização dos parâmetros de referência tradicionalmente previstos na LDO é um pleito antigo de grandes empreiteiras.
O veto preocupa os órgãos de controle, que se baseiam nos dois sistemas para apurar desvios e mau uso de dinheiro público. Em 2013, o TCU (Tribunal de Contas da União) achou sobrepreço e superfaturamento em 29% das obras com verba federal que auditou por meio de seu programa de fiscalização. Nos quatro anos anteriores, o porcentual variou de 34% a 56%.
Para o presidente do TCU, Augusto Nardes, a decisão enfraquece os mecanismos de fiscalização e causa surpresa. "Surpreende, porque a presidente tem tido um discurso muito favorável a que aconteça um controle por parte do governo em relação a fraudes, desvios e irregularidades. Com somente o decreto, isso se fragiliza. É como uma portaria, que eu aprovo e, a qualquer momento, posso modificar", afirmou.
Nardes acredita que a presidente deve ter sido "mal orientada" por sua equipe ao vetar os artigos.
— O que preocupa é que o poder central tem de dar exemplo aos Estados e municípios, portanto tem de ser firme nessa questão de mostrar o caminho.
Nardes vai conversar com os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sobre as possibilidades de reverter o quadro.
Para ele, manter a LDO como aprovada seria uma demonstração de "força" do Legislativo.
Abuso de poder’. O governo enviou o projeto da LDO ao Legislativo sem as referências de preço. A alegação era de que o atual modelo representava um entrave à eficiência das obras.
O relator da LDO, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), retomou os parâmetros de custo em seu substitutivo, aprovado em plenário. Parecer das consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado classifica a regulamentação por decreto de "abuso de poder" e sugere que o Congresso o "suste". Forte disse que o veto deve ser alvo de críticas e de disputa com o Planalto na volta do recesso.
— Há algumas situações em que se pode usar a falta de parâmetro (na LDO) para viabilizar desvios de recursos.
Ao justificar o veto, Dilma afirmou que a LDO é revisada anualmente, mas os critérios para elaborar o orçamento de obras e serviços "transcendem" um exercício financeiro. Por isso, uma norma sem prazo de validade garantiria "a necessária segurança jurídica". O Planalto poderia ter enviado ao Congresso um projeto de lei, alheio à LDO, que tornasse as duas referências permanentes, mas alega que o decreto foi uma solução "mais rápida".
Como o decreto vale só para o Executivo, cabe aos demais poderes criarem suas regras — só o Judiciário, por meio de resolução do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), adota o Sicro e o Sinapi, mas agora tem liberdade para fazer alterações.
Permanente
Em nota, o Ministério do Planejamento argumentou não haver enfraquecimento do controle sobre obras, pois as tabelas do Sicro (Sistema de Custos Referenciais de Obras) e do Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) constam do decreto editado pela presidente Dilma Rousseff.
"Sendo assim, continuam valendo como metodologia padrão da administração pública federal na elaboração do orçamento de referência das obras e serviços de engenharia contratados e orçados com recursos da União", explicou a pasta.
Segundo o Planejamento, o Judiciário já tem regra própria a respeito e caberá ao Legislativo editar a sua. O ministério alega que a supressão dos artigos da Lei de Diretrizes Orçamentárias visa dar ao tema "caráter permanente, para que haja mais segurança jurídica a todas as entidades públicas e privadas envolvidas", pois a vigência da LDO é anual. A pasta não informou porque não enviou ao Congresso um projeto de lei que perenizasse as duas referências, o que evitaria as controvérsias com os órgãos de controle.
O decreto foi editado em abril, mês limite para o governo enviar a LDO ao Congresso. O primeiro foi preparado pelas pastas de Planejamento, Casa Civil, Transportes e Controladoria-Geral da União. O presidente do TCU, Augusto Nardes, diz que o órgão não foi consultado.
O secretário executivo da CGU, Carlos Higino Ribeiro de Alencar, que está substituindo o ministro Jorge Hage durante suas férias, diz que o decreto foi uma solução "mais rápida", mas o governo não se opõe à aprovação de uma lei com as mesmas regras. "Se o Congresso quiser abrir um debate, não há nenhum óbice nisso."
O secretário alega que o decreto tem mais detalhes que o texto aprovado pelo Congresso, disciplinando melhor, por exemplo, as regras para empreitada a preço global (quando se contrata a obra por valor certo e total).
Segundo ele, outra questão é o fato de a LDO, editada anualmente, poder ser alterada e gerar "instabilidade" em relação a projetos executados em tempo maior. "O que o governo quer é norma perene. A gente não vislumbra fragilização do controle."
Higino diz que mudanças nos parâmetros de preço são improváveis. "Não acredito em inovação, por uma questão muito clara: a gente não tem muitos sistemas de referência de preços. Esses índices são construções complexas. Não há um concorrente do Sinapi", afirma.
Questionado, ele admite, no entanto, que qualquer alteração só depende, agora, da caneta de Dilma: "Não posso falar pela presidente". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Candidatos já podem consultar nota do Enem 2013

Candidatos já podem consultar nota do Enem 2013"Desempenho no Enem também é usado na obtenção de bolsas em faculdades particulares"
Os 5 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 já podem consultar seus resultados individuais a partir deste sábado, dia 4. A consultar é feita pelo site www.inep.gov.br.
A nota do Enem é a porta de entrada exclusiva para 171 mil vagas em instituições públicas de ensino superior, sobretudo federais, neste primeiro semestre. A inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que centraliza as vagas, abre na segunda-feira, dia 6. A inscrição ocorre pelo site sisu.mec.gov.br.
O desempenho no Enem também é usado na obtenção de bolsas de estudos em faculdades particulares pelo Programa Universidade Para Todos (ProUni) e para financiamento estudantil federal (Fies). Ainda serve para certificação do ensino médio e para participação no Programa Ciência Sem Fronteiras, de bolsas no exterior.
O candidato que fez o Enem tem acesso a cinco notas: a da redação, que vai de 0 a 1.000, e das quatro áreas da prova (Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e Linguagens). Por causa do modelo matemático adotado na correção do Enem, chamdo Teoria da Resposta ao Item (TRI), as notas das áreas não chegam a 1.000 (a escala com as notas mínimas e máximas ainda será divulgada) e a pontuação não corresponde exatamente ao número de acertos.
Como a prova divide as questões em níveis de dificuldade, a nota depende também de quais itens foram acertados. Dois participantes com o mesmo total de acertos podem ter, portanto, notas diferentes por causa da diferença de dificuldade das questões.
No Sisu, algumas instituições podem dar peso diferenciado para alguma área da prova na seleção de determinados cursos. Mas, em geral, a média para se chegar à nota de corte é obtida com as cinco notas (somadas e divididas por cinco).
Confira o calendário:
Inscrições no Sisu:
De 6 a 10 de janeiro
Divulgação dos resultados da 1ª chamada:
13 de janeiro de 2014
Matrícula da 1ª chamada:
Dias 17, 20 e 21 de janeiro de 2014
Divulgação dos resultados da 2ª chamada:
27 de janeiro de 2014
Matrícula da 2ª chamada:
31 de janeiro, 3 e 4 de fevereiro de 2014
Inscrição na lista de espera (somente para a 1ª opção de curso):
27 de janeiro até 7 de fevereiro de 2014
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